O governo federal enviou ao Congresso Nacional o projeto de Lei Orçamentária para 2026, e uma das principais novidades já chama a atenção da população: o salário mínimo passará de R$ 1.518 para R$ 1.631, um reajuste de 7,44%. A medida impacta diretamente trabalhadores, aposentados e beneficiários de programas sociais que utilizam o piso nacional como referência.
Além do reajuste, o Orçamento prevê uma série de ações e investimentos em áreas estratégicas. Estão reservados R$ 245,5 bilhões para a saúde, R$ 133,7 bilhões para a educação, R$ 70 bilhões para o Fundeb, além de R$ 83 bilhões para investimentos gerais. O pacote também inclui programas sociais relevantes, como:
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Bolsa Família – R$ 158,6 bilhões
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Auxílio-Gás – R$ 5,1 bilhões
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Pé-de-Meia (permanência no ensino médio) – R$ 12 bilhões
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Farmácia Popular – R$ 6,5 bilhões
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Mais Médicos – R$ 4,7 bilhões
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Agora tem Especialistas – R$ 3,5 bilhões
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Minha Casa, Minha Vida – R$ 5,6 bilhões
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Novo PAC – R$ 77,6 bilhões
O governo também projeta crescimento da economia em 2,44%, inflação em 3,6% e taxa básica de juros em 13,11% ao ano. Já o dólar deve cair para R$ 5,76.
No campo fiscal, a meta é continuar reduzindo a dívida pública. Para 2026, está prevista uma economia de 0,25% do PIB, equivalente a R$ 34,3 bilhões, com expectativa de manter o equilíbrio das contas após a busca por déficit zero em 2025.
Outro dado importante: as despesas primárias, que sustentam a máquina pública e os investimentos, somam R$ 3,2 trilhões, sendo R$ 2,4 trilhões limitados pelo arcabouço fiscal. Apesar do volume, apenas 7,6% do total corresponde a gastos não obrigatórios — a maior parte continua vinculada a previdência e benefícios sociais.
O Orçamento total do país em 2026 chega a R$ 6,5 trilhões, incluindo a rolagem da dívida pública.
Com a confirmação do novo salário mínimo, a população da Grande Florianópolis já pode se preparar para os impactos diretos no bolso e também para os efeitos em benefícios, aposentadorias e auxílios. O portal Agora Floripa segue acompanhando os próximos passos da tramitação do Orçamento no Congresso, que ainda precisa passar pela Comissão Mista de Orçamento e pelo Plenário.
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